O músico, a canção e a cena: figurações de Jards Macalé no cinema

Autores

  • Cristiane da Silveira Lima UFSB

Palavras-chave:

Canção, Cinema Brasileiro, Jards Macalé, Performance, Cena

Resumo

Propomos uma análise das performances musicais do compositor e intérprete carioca Jards Macalé em quatro filmes brasileiros, produzidos em diferentes contextos, formatos e estilísticas. Seria possível perceber nestes filmes uma espécie de plasticidade corporal da canção de Macalé? Partindo na noção de performance enquanto discurso circunstanciado instaurador de uma situação comunicativa feita de elementos diversos – e não apenas sonoros – buscaremos discutir como o cinema dá a ver e ouvir esse corpo que canta e toca em cena, muitas vezes tensionando os limites entre o documental e o ficcional.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Referências

Antunes, Pedro. 2019. “Jards Macalé encontrou o fundo do poço e conta o que viu em Besta Fera, o primeiro disco em 21 anos” In Rolling Stone (on-line), 23/03/2019. Disponível em: https://rollingstone.uol.com.br/noticia/jards-macale-encontrou-o-fundo-do-poco-e-conta-o-que-viu-em-besta-fera-o-primeiro-disco-em-21-anos/. Acesso em: 10/11/2020.

Antunes, Alex. 2017. “Jards Macalé. Entrevista concedida a Alex Antunes”. Rolling Stone – UOL. Edição 44 - Maio de 2010. Disponível em: http://rollingstone.uol.com.br/edicao/44/entrevista-rs-jards-macale#imagem0. Acesso em: 10/08/2017.

Carvalho, Márcia. 2015. A canção no cinema brasileiro. São Paulo, Alameda.

Diniz, Sheyla Castro. 2014. “Desbundados e marginais: a mpb “pós-tropicalista” no contexto dos anos de chumbo”. XII BRASA - Congresso Internacional da Brazilian Studies Association. King’s College, Londres, Inglaterra, 20 a 23 de agosto de 2014. p.1-15.

Funarte – Brasil Memória das Artes. 2017. “Polícia enquadra Macalé durante Projeto Pixinguinha” (online). Disponível em: http://www.funarte.gov.br/brasilmemoriadasartes/acervo/pixinguinha/pf-enquadra-macale-em-apresentacao-no-%E2%80%98pixinguinha%E2%80%99/. Acesso em: 29/08/2017.

AUTOR. REFERÊNCIA EXCLUÍDA PARA AVALIAÇÃO CEGA.

Mota, Lia Duarte. 2013. “Jards Macalé em cena”. XIII Congresso Internacional da ABRALIC. Campina Grande, PB. 08 a 12 de julho de 2013. p.1-7. Disponível em: http://www.editorarealize.com.br/revistas/abralicinternacional/trabalhos/Completo_Comunicacao_oral_idinscrito_1313_2b7426ce9a86f838cc714d9bddda1c36.pdf. Acesso em: 29/03/2017.

Mota, Lia Duarte. 2012. “Morbidez e beleza, amor e humor - a estética presente em Aprender a Nadar”. Revista Fonogramas. Rio de Janeiro: NELIM/PUC-Rio, março/2012, p.1-11. Disponível em: https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/19441/19441.PDF. Acesso em: 29/08/2017.

Nancy, Jean-Luc. 2014. À escuta. Tradução de Fernanda Bernardo. Belo Horizonte, Edições Chão da Feira.

Oliveira, Márcia Ramos. 2014. “O (Lp) Banquete dos Mendigos e a Censura Musical no Brasil (1973-2013)”. Resonancias, vol. 18, n°34 (enero-junio). pp. 155-180.

Roubine, Jean-Jacques. 2011. A arte do ator. Tradução Yan Michalski e Rosyane Trotta. 2ed. Rio de Janeiro: Zahar.

Zan, José Roberto. 2010. Jards Macalé: desafinando coros em tempos sombrios. Revista Usp, São Paulo, n.87 (setembro/novembro), p. 156-171.

Zumthor, Paul. 2000. Performance, recepção, leitura. São Paulo: EDUC, 2000.

Zumthor, Paul. 1997. Introdução à poesia oral. Tradução de Jerusa Pires Ferreira, Maria Lucia Diniz Pochat e Maria Inês de Almeida. São Paulo: Editora Hucitec, 1997.

Publicado

2021-01-11

Como Citar

da Silveira Lima, C. (2021). O músico, a canção e a cena: figurações de Jards Macalé no cinema. MusiMid: Revista Brasileira De Estudos Em Música E Mídia, 1(3), 133-153. Recuperado de http://musimid.mus.br/revistamusimid/index.php/musimid/article/view/63